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Xenia França lançou em outubro de 2017 seu primeiro disco solo, intitulado “XENIA” (Natura Musical). Com produção de Lourenço Rebetez, Pipo Pegoraro e coprodução da própria artista. “XENIA” reverencia o som que vem da diáspora negra, em uma sonoridade essencialmente pop com pitadas de música eletrônica, jazz, samba-
reggae, rock e R&B.

“Minhas influências desde pequena são Michael Jackson, Stevie Wonder, Gilberto Gil, Elza Soares, Margareth
Menezes, Ilê Aiyê, Olodum, Edson Gomes, Milton Nascimento, entre outrxs. Também posso dizer que, há pouco
mais de quatro anos, vivo um verdadeiro caso de amor pela música e cultura cubana. Neste trabalho, eu louvo esse
povo tão maravilhoso por meio do Batá, tambor sagrado presente entre as gravações. De alguma forma, tudo isso
está no meu disco”, comenta.

Baiana radicada em São Paulo, Xenia é uma cantora reconhecida entre outros, pelo seu trabalho dentro da banda
Aláfia. Sua carreira começou em 2007, quando cantava na noite paulistana sambas e clássicos da MPB no extinto
grupo Capadoxe. Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura Afro-Brasileira, a cantora se
transformou em uma referência de empoderamento e comportamento feminino, principalmente para as mulheres
negras.
Xenia já se apresentou nos festivais Recbeat, Coala, Coma, Queremos, no Teatro Pablo Toblón (Medellín,
Colômbia), entre outros. Em agosto de 2018 realizou sua primeira turnê nos EUA, subindo ao palco do
Summersatge, no Central Park e na Philadelphia. Seu disco foi lançado no Japão e em vinil no Brasil.
A artista acaba de ser indicada ao Latin Grammy Award em duas categorias Melhor Álbum de Pop
Contemporâneo e Melhor música com Pra que me Chamas?, faixa da qual lançou o seu segundo e elogiado
videoclipe. Com este trabalho concorre ao Women Music Award como Melhor Videoclipe e também Melhor
Show.

IMPRENSA
“A partir da ancestralidade e da régua e compasso dados pela Bahia
natal, Xenia traça voo ousado que pousa na contemporaneidade
musical brasileira, sem clichês, com moderna arquitetura sonora, posta
a serviço da afirmação da mulher negra.” – Mauro Ferreira (G1)
“Não há sociedade que saia incólume da voz e do que diz uma artista
com a sua pujança. Longa vida à fortaleza sonora que Xenia
proporciona.” Alejandro Mercado (A Escotilha)
“As cortinas se abrem e ela está ali, preparada, dona de si… Toma o
palco. Sua voz e sua presença extrapolam os limites.. Sua imagem é
mais que moldura da sua voz doce e macia, é estratégia de existência,
é poder!” – Val Souza (Blogueiras Negras)

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