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Tulipa Ruiz apresenta Dancê

O repertório do terceiro álbum de Tulipa Ruiz, “Dancê”, será a base do show que a paulista vai apresentar no Psicodália 2018. Produzido por Gustavo Ruiz – irmão, guitarrista, parceiro em dez das 11 novas composições e produtor de todos os seus trabalhos ‐, o trabalho continua pop e mantém os ecos solares, mas foi feito, do começo ao fim, para dançar. “É um álbum para se deixar levar”, explica o produtor.

O Psicodália acontece de 9 a 14 de fevereiro, ao longo do Carnaval 2018, em Rio Negrinho, na Fazenda Evaristo, que, mais uma vez, receberá toda a infraestrutura necessária para bem acomodar os foliões psicodélicos. Para comprar o seu ingresso basta acessar o link disponível no site do evento: www.psicodalia.com.br e acompanhar as novidades pelo Facebook. É nestes canais que a produção anuncia as atrações.

A sonoridade criada por Tulipa Ruiz em seu terceiro álbum está ainda mais encorpada, em faixas com forte presença de metais e sopros, com arranjos de Marcio Arantes e Jacques Mathias. Mas também tem canção para dançar a dois, colado. É uma pista particular para todas as cabeças e gerações. Ao longo de onze faixas, Tulipa versa, como sempre fez, sobre o agora. E o agora de Tulipa Ruiz é atemporal.

Tulipa Ruiz estreou no mercado independente com “Efêmera”, em 2010. O repertório de pop solar lhe rendeu citações de disco do ano por publicações especializadas, como a Rolling Stone Brasil e os jornais britânicos The Guardian e The Independent. Ainda emplacou música em novela e foi trilha sonora do videogame Fifa.  Dois anos depois, em 2012, com “Tudo Tanto”, Tulipa trazia uma pegada com rock. A expectativa sobre o segundo disco resultou em novas críticas elogiosas e prêmios (APCA, Contigo! MPB FM e Multishow, além de indicação ao Prêmio da Música Brasileira). Estava consolidada a revelação da música brasileira.

Nascida em Santos, criada na mineira São Lourenço e formada em Multimeios na PUC, de São Paulo, Tulipa Ruiz e o irmão, Gustavo, têm berço musical: o pai, Luiz Chagas, é guitarrista da vanguardista Isca de Polícia, banda que acompanhou Itamar Assumpção. As referências, entretanto, se espalham por Baby do Brasil, Zezé Motta, o grupo Rumo e as artistas internacionais e multimídias Meredith Monk e Yoko Ono, além de Joni Mitchell.

Ainda garota e já universitária, Tulipa teve algumas experiências musicais por hobby. O “valendo”, porém, veio só em 2009 quando a então redatora e ilustradora se assumiu como cantora e compositora.

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