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A maioria dos homens, quando crianças, são ensinados a não chorar, não demonstrar fraqueza, são ensinados a subjugar o outro através de humilhação e força. Brincar de arminha, lutinha, competir, vencer, sabotar pra vencer, dominar, ser forte, viril, admirado e conquistador. Por mais que não tenha vivido isso na infância, infelizmente somos expostos a um formato social que nos apresenta esse modelo de masculino adoecido, competitivo e insensível.
Mas sabemos que ser sensível é uma parte nobre de ser homem! Queremos também assumir nossos medos e nossas coragens, nossas fraquezas e nossas forças, nossa luz e nossa sombra. Buscar ser completo como indivíduos e como coletivo.
Os círculos de homens abrem um espaço para essa reflexão, um espaço raro de partilha onde, entre homens, não precisamos interpretar papéis e podemos nos despir em nossas emoções. São espaços criados para que homens possam ir se conectar a outras histórias e compartilhar as suas. Libertar-se finalmente das caixinhas de masculinidade e máscaras que fomos ensinados a usar e que não nos representam em nossa completude. A passos lentos, e distante do ideal, mas na humilde busca de ressignificar o que é o masculino e o que é ser homem nos dias atuais.
Na primeira metade do encontro, através de dinâmicas de integração e sensibilização, movimento e compartilhamento, vamos mergulhando nas águas do individual e do coletivo, buscando nossa essência, nosso ser presente. Na segunda metade é feito um momento de escuta empática, usando a fala em primeira pessoa focada na vivência e nos sentimentos, buscando trazer emoções negligenciadas e difíceis de falar.

Ministrantes: Fabiano Lauser e Kim Batista

Tempo de duração: 2h a 3h (flexível, podemos trabalhar num tempo/formato adequado de duração)

Número máximo de pessoas:* 30 pessoas

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COMUNICADO OFICIAL