Ingressos

A vida surgiu no planeta a 3,5 milhões de anos atrás. A evolução da biodiversidade persiste nos dias atuais, tendo superado pelo menos cinco eventos de extinção em massa. Junto com o aparecimento do Rock&Roll, na virada do Século XX, tudo mudou: entramos em uma nova Época geológica e iniciamos a 6ª extinção em massa no planeta. Cientistas de todo o mundo afirmam que “a música que estamos tocando” está causando o nosso próprio fim e levamos junto a maior parte da biodiversidade existente. O que aconteceu? O que parecia ser o caminho da liberdade, do questionamento da ordem, da comunhão das raças, da libertação dos corpos, da confraternização dos povos, da compaixão, do respeito pelas coisas da natureza, degringolou. Precisamos mudar o tom e cantar uma nova música. Você estraria nessa viagem histórica-natural-musical e comporia alguns versos de uma canção pra mudar o rumo da humanidade e da vida no planeta?
Serão abordados os temas da extinção em massa da biodiversidade ao longo da história geológica do planeta e das alterações ambientais na Época do Antropoceno, de forma expositiva e sumarizada em gráficos e texto nas cartolinas. Será feito um paralelo entre as ações do homem sobre o meio ambiente e o papel do rock como representante ou contestador dessas ações, no período mais recente. As atividades serão apresentadas e discutidas com o acompanhamento de músicas marcantes de cada período (com violão e percussão). Por meio de uma dinâmica de grupo, a partir de palavras chaves que aparecerem na exposição e nos debates, os participantes serão instigados a elaborar letra e música sobre o tema. Se possível, apresentar a música em algum espaço para o público do festival.

 

Ministrantes: Paulo Pagliosa E Bruno Corona

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