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Surpreendente desde a trilogia “O Samba do Sul” aos mais insanos e recentes experimentos com o cavaquinho Heavy Metal do produtor Madu, Machete Bomb fechou o primeiro semestre de 2018 com o lançamento de um histórico registro ao vivo no Psicodália , além do primeiro volume da coletânea de remixes “Vendendo a alma ao Diabo”. A mistura entre referências e a fusão entre o teor crítico das performances e o cavaco bomba – talvez a maior apropriação cultural do século XXI – renderam à banda o entendimento de que vale a pena falar sério no Brasil. Falar alto. Bem alto e distorcido. No palco, Machete Bomb reafirma o compromisso de refletir seu tempo – e suas próprias contradições – com a contundência e autocrítica que bem lhe cabe. Desde 2014, “o cavaco profano” projeta as necessidades da era pós-manguebeat – como se de alguma forma quisesse ensinar o curitibano a ser brasileiro, e ao brasileiro o que é ser curitibano. Armado de rap, rock e samba; beats, percussões e distorções, Machete Bomb é o
Brasil com o pé na porta. É deboche genuíno. É gol de mão em dia de clássico. No segundo semestre de 2018, os curitibanos desembarcam em Goiânia/GO e Brasília/DF, reafirmam seus conceitos nos maiores festivais do país (Goiânia Noise e Coma, respectivamente), e ainda percorrerem 13 cidades do Estado do Paraná numa iniciativa do Sesi/PR. Com grandes apresentações no currículo – Festival João Rock, Se Rasgum, Psicodália, Virada Cultural, Rappa Fest – e materiais áudio visuais de alto quilate – Estúdio ShowLivre, Audio Arena Originals, Casa da Frente, Som do Arame – o quinteto explora novas tendências e virtuosas referências em um espetáculo político, caótico, neurótico e frenético.

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