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A primeira banda independente a concorrer ao Grammy Latino na categoria de “Melhor Canção em Português” tem presença confirmada em dois dos maiores festivais de nosso continente: Lollapallooza (Brasil) e Vive Latino (México)

“Somos as fronteiras que cruzei”, diz um dos versos da música intitulada “Francisco, el Hombre”, que está no EP de estreia La Pachanga (2015), da banda francisco, el hombre. Talvez tal frase seja a que melhor representa o grupo formado pelos irmãos mexicanos Sebastián e Mateo Piracés-Ugarte e pelos brasileiros Juliana Strassacapa, Andrei Kozyreff e Rafael Gomes. Isso porque o quinteto encontra na estrada (e na vida cotidiana) as suas grandes inspirações, mas não só.

Com letras em português e em espanhol, a banda se tornou uma peça fundamental na conexão latino-americana. Em seus shows, coloca o público de língua portuguesa para cantar em espanhol e as pessoas de idioma latino para entoar as canções em português. Para eles, não há fronteira que não possa ser cruzada. Com o lançamento do primeiro disco da carreira, SOLTASBRUXA (2016), que tem produção assinada por Zé Nigro e participação especial de Liniker e do grupo Apanhador Só, a francisco, el hombre alcançou uma maturidade musical e ampliou o seu público, que é formado por pessoas ávidas por descobrimentos musicais. As letras do álbum abordam o momento político e social do Brasil: “Em vez de tentar dar uma cara atemporal ao CD, decidimos encarar o agora. Política faz parte de quem somos, mas no La Pachanga! isso ficou escondido”, diz Sebastián, que toca bateria e canta na francisco, el hombre.

Outro ponto-chave para o crescimento da banda foi o lançamento do clipe de “triste, louca ou má”, que já contabiliza mais de 2,5 milhões de views no canal do YouTube e cuja canção se tornou um hino feminista. A gravação do vídeo, inclusive, foi feita durante uma turnê por Cuba (em breve, um documentário da passagem do quinteto pela Ilha será lançado). Um acontecimento tomado por explosões rítmicas, o show da franciso, el hombre passou por importantes festivais e palcos. Entre 2015 e 2017, por exemplo, a banda fez mais de 600 apresentações.

Destaque para os festivais latino-americanos América x Su Musica (Havana – Cuba), Quimera (Metepec – México) FimPro (Guadalajara – México), Día de los Muertos (Cidade do México) e Imesur (Santiago – Chile). Também passou pela Argentina e pelo Uruguai. Em território nacional, tocou no Rec Beat (Recife – PE), Virada Cultural de São Paulo (Municipal e Estadual), Circuito Sesc de Artes (Estado de São Paulo), Festival DoSol (Natal – RN), El Mapa de Todos (Porto Alegre – RS), Se Rasgum (Belém- PA), Fora de Noca (Florianópolis – SC), Psicodália (Rio Negrinho – SC), Bananada, Vaca Amarela (Goiânia – GO), Coma e Festival Tenho Mais Discos que Amigos! (Brasília – DF).

E assim, a “cada paso firme construye un nuevo andar”.

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