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Através de técnicas surrealistas de escrita criativa como a escrita automática e o jogo surrealista “cadáver esquisito,” a confecção de poesia de resistência se torna arma contra a misoginia, homofobia, racismo, transfobia e classismo.
O inconsciente vem à tona frente ao movimento Surrealista, nascido nos anos 1920, resistindo aos padrões hegemônicos europeus sobre a cultura e sociedade. Hoje, quase cem anos depois, o surrealismo se faz presente na arte contemporânea de resistência, quando temas não antes desafiados são problematizados. Os movimentos feministas e queer unem-se às técnicas e imagens surrealistas como ato de resistência contra a normatização de gênero, sexualidade, performance, desejo, raça e classe. O subconsciente empodera-se e dá forma aos devaneios de uma existência não regulamentada, transcendendo a misoginia, homofobia e transfobia. Através de uma contextualização histórica seguida de exercícios de brainstorming, escrita criativa e automática e do jogo surrealista “cadáver esquisito,” xs participantes terão oportunidade de problematizar questões feministas e queer de sua vivência através da poesia surrealista. A construção de sujeitos híbridos formados por partes físicas e metafísicas, humanas e não-humanas, orgânicas e inorgânicas será inclusa para discussão de temas eco-feministas.

Ministrante: Arthus Mehanna e Diane Southier

Participantes: 20

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COMUNICADO OFICIAL