Ingressos

Dez músicos em suas identidades pessoais, dentro de um coletivo que engloba jazz, funk e música afrobrasileira, a partir de uma gama de fortes influências que passa por dub e reggae, cumbia e carimbó, ethio-jazz e samba-jazz. Assim é o Bixiga 70, mais uma atração confirmada, que vai levar sua empolgante ‘máquina de ritmo’ para o Psicodália 2018, festival que acontece de 9 a 14 de fevereiro, ao longo do Carnaval 2018, em Rio Negrinho.

A banda – Cinco anos depois de sua formação em São Paulo, a big band dançante Bixiga 70 viajou mais longe para se encontrar mais em casa em seu terceiro disco, que será a base do show que apresenta no festival. Desenhando os próprios mapas, o grupo explora, escuta, cria, se reinventa a cada disco, a cada música, a cada show, dentro da inconfundível linguagem própria desenvolvida e conquistada em sua história. No terceiro disco do Bixiga 70, novamente produzido pela própria banda (novamente com mixagem de Victor Rice), todas as composições surgem assinadas e arranjadas por todos. Não é mero detalhe de ficha técnica: o processo de criação é descentralizado e o entendimento é a importância de cada um presente. O nome do álbum, assim como nos dois anteriores, é simplesmente “Bixiga 70”. Não-título, senso de continuidade: não é uma criação a cada ponto, mas uma linha constante de criação e evolução – conceitual, artística, musical, espiritual, pessoal.

A banda Bixiga 70 formou-se a partir da união de vários músicos já conhecidos da cena paulistana. Vindos das mais variadas frentes musicais, juntaram-se membros que acompanham diversos grupos e artistas como Rockers Control, Projeto Coisa Fina, Pipo Pegoraro, Anelis Assumpção, Emicida, Rodrigo Campos, Alzira E, entre outros, para explorar o território de fusão da música instrumental africana, latina e brasileira em composições próprias e versões de artistas brasileiros como Luiz Gonzaga, Pedro Santos e Os Tincoãs.  É formada pelos músicos: Décio 7 (bateria), Marcelo Dworecki (baixo), Cris Scabello (guitarra), Mauricio Fleury (teclado e guitarra), Rômulo Nardes e Bruno Prado (percussão), Cuca Ferreira (sax barítono), Daniel Nogueira (sax tenor), Douglas Antunes (trombone) e Daniel Gralha (trompete).

Projetos Relacionados

Comece a digitar e pressione Enter para pesquisar