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Uma das bandas mais influentes do Brasil, o Azymuth tem em sua discografia aproximadamente 30 álbuns originais em uma carreira que se estende por mais de 40 anos. Já se apresentou em todos os continentes do mundo. Combinando soul, funk e jazz com o samba, Azymuth é responsável por criar um som e estilo próprio que deram o nome de “Samba Doido (Crazy Samba)”. Tanto no palco principal do Montreux Jazz Festival ou no North Sea Jazz Festival, no Blue Note de Nova York, Tóquio ou Milão, no Ronnie Scott’s em Londres ou no Vienna’s Intimate Birdland Club, o Azymuth impressiona o público com a sua sonoridade única.

O trio jazz-funk Azymuth surgiu das cinzas fluorescentes da cena contra cultural e do caleidoscópico do Tropicalismo. Desde o início dos anos 1970, os nativos do Rio de Janeiro passaram a criar seu próprio estilo de assinatura, o “samba doido”, mistura elétrica de jazz espacial com funk pesado e ritmos folclóricos tradicionais brasileiros.

Depois de mais de duas dúzias de álbuns de estúdio, passaram por uma mudança difícil. O lendário tecladista José Roberto Bertrami morreu em 2012 e Kiko Continentino, hábil pianista, herdou sua posição no grupo.

Ao lado do baterista Ivan “Mamão” Conti e do contrabaixista-compositor Alex Malheiros, o álbum “Fênix”, lançado em 2016 pela Far Out Recordings, é uma viagem cheia de alma de um disco, um sonho cósmico que se ergue ombro a ombro com alguns dos clássicos dos anos 70 da banda (“Azimuth”, “Light As A Feather”).

As características clássicas do Trio, linhas de baixo suaves, percussão sincopada e teclados iridescentes estão aqui. A química e a energia do grupo são inabaláveis. É uma escuta linda, cheia de texturas brilhantes e paisagens sonoras ambientes. E também uma liberação mais fluida e sofisticada do que as gravações funk-centric anteriores.

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