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A cultura de Pernambuco transborda naturalmente no estilo de Amaro Freitas, pianista e compositor de 27 anos que é uma das grandes revelações do jazz brasileiro recente. Influenciado pelo mestre do frevo Capiba, por Moacir Santos, Hermeto e Gismonti, mas também pelas grandes referências do piano jazz como Monk, Jarrett ou Corea, lançou o seu disco de estréia Sangue Negro em 2016 e conquistou de imediato a crítica, que nele encontrou uma nova vida no piano jazz, e o Prêmio MIMO Instrumental de 2016. Muito para lá do sempre predominante samba jazz,  Amaro Freitas volta-se para a cultura nordestina e traduz o frevo, o baião, o maracatu, a ciranda ou o maxixe para a
linguagem do jazz. Contratado recentemente pela selo londrino Far Out, o pianista acaba de retornar de uma turnê européia, na qual lançou o seu Segundo disco “ RASIF”, em importantes clubes de jazz, dentre eles: Duc de Lombards (Paris), Unterfahrt Jazz Club (Munique), Casa da Música (Porto) e na respeitada Ronnie Scott’s em Londres. Além disso, conquistou a crítica internacional em importantes mídias especializadas, como: Jazzwise, All About Jazz, BBC Rádio e na mais prestigiada revista de jazz do mundo: Downbeat. Acompanhado de Jean Elton (baixo acústico) e Hugo Medeiros (bateria) , o trio em 1h 10m de espetáculo convida o público a desbravar novas rotas e experimentar a capacidade percussiva do seu pianos, em complexos padrões matemáticos, ritmos imprevisíveis e hipnóticos.

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